O silêncio que mata,
É o silêncio não correspondido por quem nos mexe no corpo.
Sinto a fé a fugir,
Oculta-se como a minha respiração.
Libertarei um grito mudo
E olharei para o céu,
Porque me espera as entranhas da terra.
Sei que mesmo aí,
Estaremos longe.
Viverei com a companheira da solidão,
Que me ferra como uma cobra, envenenando-me a vida.
Sinto-me embrulhado em teias de sentimentos antónimos.
O ardor que sinto dentro de mim,
Não me quer deixar respirar
E acompanha-me uma tristeza que me desperta.
Os sonhos vão-se desvanecendo,
O conforto que os acompanha, já não me abraça.
Quero desaparecer ao som de uma canção magoada.
Abraça-me Mãe.
J - 2010
É o silêncio não correspondido por quem nos mexe no corpo.
Sinto a fé a fugir,
Oculta-se como a minha respiração.
Libertarei um grito mudo
E olharei para o céu,
Porque me espera as entranhas da terra.
Sei que mesmo aí,
Estaremos longe.
Viverei com a companheira da solidão,
Que me ferra como uma cobra, envenenando-me a vida.
Sinto-me embrulhado em teias de sentimentos antónimos.
O ardor que sinto dentro de mim,
Não me quer deixar respirar
E acompanha-me uma tristeza que me desperta.
Os sonhos vão-se desvanecendo,
O conforto que os acompanha, já não me abraça.
Quero desaparecer ao som de uma canção magoada.
Abraça-me Mãe.
J - 2010

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