A luz ainda jaz suavemente.
Ordeiramente, o mar percorre as rotas traçadas,
E junta-se à noite tranquila.
O vento fala com a serenidade de outrora.
Os castigos pesados,
Foram trocados pela leveza da paz.
A surdez do ambiente,
Desenvolve numa perigosa caminhada do tempo.
A intempérie trouxe de volta
A humanidade perdida.
Apreciemos o silêncio,
Porque um dia, deixaremos de ouvir.
J - 2010

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