Sento-me sobre tempos remotos
Sinto os cheiros do passado.
Revejo-me na inocência de outrora
Vejo os socalcos na pele que não existiam.
Acomodo-me na utilização da tecnologia
Acompanha-me e arrepia-me.
Sinto-me controlado,
A cada passo que dou.
O metal precioso,
Vem dominar a minha vida.
Tudo torna diferente, quando lutamos para o ter
Quero desafogar-me e viver.
Quero o sentido da vida, durante esta ruína.
Deixo-me queimar pelo sol.
O mesmo que em criança me guiava.
Poder apreciar o que me era dado pela Natureza.
Respiro e deixo-me levar pelo calor,
Dos sons que me aquecem os sentidos.
J - 2010

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