Em cinzas desfaço o mundo
E do pó cimento a razão.
O relógio não pára,
Mas o coração também não bate.
Rolam ondas das janelas
Caiem secamente no chão,
No vazio de sentimento,
Olhando para o escuro do universo.
O sangue que corre nas minhas veias,
Encherá uma foz imensa.
Mostrará a minha luta das marés,
No sol escaldante, que tece a areia.
Erguem-se torres de água
Derrubam o inferno,
Que arde lentamente o sentimento
Mostrando a obscuridade do desejo.
Só.
Envolvo-me no negro.
Sou o centro do universo
Vagueio por aí...
O mundo é só meu.
J - 2010
E do pó cimento a razão.
O relógio não pára,
Mas o coração também não bate.
Rolam ondas das janelas
Caiem secamente no chão,
No vazio de sentimento,
Olhando para o escuro do universo.
O sangue que corre nas minhas veias,
Encherá uma foz imensa.
Mostrará a minha luta das marés,
No sol escaldante, que tece a areia.
Erguem-se torres de água
Derrubam o inferno,
Que arde lentamente o sentimento
Mostrando a obscuridade do desejo.
Só.
Envolvo-me no negro.
Sou o centro do universo
Vagueio por aí...
O mundo é só meu.
J - 2010

Sem comentários:
Enviar um comentário