segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Saudade

É da saudade que o ser erra!
Comete as maiores loucuras.
Nos dias cinzentos,
Recorda o ser que vive todos os dias.
Foge à vida num aconchego.

As janelas do mundo fecham as portadas
E aqui fica o rio liso.
É o preto e branco.
É a raça.
O som de uma santa,
Que sobejamente, tem a vista do Tejo.
A porta para a aventura no mundo.

Receio que nos limitemos,
E agora, não avançamos do abrigo da porta.
Voa a gaivota que volta à terra,
Não antes de buscar o seu tesouro.

J - 2011

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